Quinta-feira, 25 de Agosto de 2005
Maria José Nogueira Pinto visita Santa Maria de Belém, São Francisco Xavier, Ajuda e Alcântara
A candidata do CDS visitará amanhã de manhã, dia 26 de Agosto, as Freguesias de Santa Maria de Belém, São Francisco Xavier, Ajuda e Alcântara, acompanhada pelos candidatos do CDS às Juntas de Freguesia. Salientamos, entre outras, as visitas à Academia Dramática Familiar e SMIL – Sociedade Musical de Instrução Libertada. Maria José Nogueira Pinto irá visitar também o Bairro Alto da Ajuda, acompanhada por elementos da Associação de Moradores “Ama Ajuda”.
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publicado por Maria José Nogueira Pinto às 20:01
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25 de Agosto - o dia do Incêndio do Chiado

No mesmo dia da efeméride que assinala a data do incêndio que destruiu o Chiado em 1988, Maria José Nogueira Pinto participou numa reunião com os bombeiros voluntários de Lisboa e com uma vogal do Fundo Remanescente de Reconstrução do Chiado.

Para a candidata democrata-cristã, a reconstrução daquela zona lisboeta “foi feita de acordo com um modelo com o qual não concordamos”, uma vez que “a habitação ficou muito cara” e “foi feita sem pensar no parqueamento para residentes” e interrogou-se sobre “as razões que levaram Carmona Rodrigues a não avançar com o alargamento do parque de estacionamento do Largo Camões para o Largo Barão de Quintela, única possibilidade de criar uma quota de estacionamento para residentes”.

“Pretendemos fazer uma reflexão que permitisse pensar na reconstrução da Baixa-Chiado através da coordenação feita por uma só entidade e uma política por parte da câmara que seja pró-activa e não reactiva”, defendeu Maria José Nogueira Pinto.

Percorrendo as ruas do Chiado, Maria José Nogueira Pinto não deixou de notar os vários edifícios que se encontram em mau estado ou devolutos. Para a candidata deveriam ser ponderados os modelos de residência assistida, revitalizando as habitações e dando nova esperança aos mais idosos, os quais constituem hoje 25 por cento da população lisboeta.
publicado por Maria José Nogueira Pinto às 19:16
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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2005
"Câmara acumula dívidas de água"

(Notícia Correio da Manhã, de 24 de Agosto)


"A candidata do CDS-PP à Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, considera que o seu adversário, Carmona Rodrigues, “desorçamentou mentalmente” uma dívida da empresa intermunicipal SIMTEJO às Águas de Portugal.

Por haver um acordo, não quer dizer que a dívida desapareça do Orçamento. Ela está lá”, referiu ao CM a ex-provedora da Santa Casa. E revelou: “a autarquia está a acumular um segundo pacote de dívidas”, numa alusão a despesas mensais. Esta é a resposta da candidata do CDS-PP à polémica em torno das dívidas da Câmara de Lisboa, designadamente um valor de 44 milhões da SIMTEJO, na qual as Águas de Portugal têm uma participação de 50,5 por cento e a autarquia detém 23,5 por cento. Segundo Carmona Rodrigues, há um acordo entre a autarquia e a Águas de Portugal para o pagamento daquela dívida da SIMTEJO.

Nogueira Pinto recorda, por seu turno, que houve um acerto de contas entre a SIMTEJO e a Câmara em Maio de 2005. A SIMTEJO tinha uma dívida de 14 milhões à Câmara. Feitos os acertos, ficou acordado que a autarquia pagaria em três anos a dívida de 30 milhões. A candidata desconhece se o acordo está ou não a ser cumprido, mas tem informações de que as despesas de água mensais, “que podem ascender a um milhão de euros”, estarão a ser acumuladas. Nogueira Pinto visitou ontem a Mesquita de Lisboa e hoje reúne com D. José Policarpo."
Cristina Rita


publicado por Maria José Nogueira Pinto às 20:15
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Maria José Nogueira Pinto visita o Chiado amanhã

Amanhã, 25 de Agosto, Maria José Nogueira Pinto assinala a data da efeméride do incêndio no Chiado, visitando os Bombeiros Voluntários de Lisboa, o Centro Nacional de Cultura e com uma reuniao no Fundo Remanescente da Reconstrução do Chiado, entre outras instituições.

Agenda

11.00 Visita ao Centro Nacional de Cultura

12.00 Reunião com os Bombeiros Voluntários de Lisboa

15.00 Visita ao Centro de dia e Serviço de Apoio Domiciliário dos Mártires

16.00 Reunião no Fundo Remanescente de Reconstrução do Chiado (FFRC)

16.30 Declaração Pública a propósito da efeméride que assinala a data do incêndio do Chiado - esplanada do Largo do Carmo

17.15 Visita à Igreja do Sacramento e Basílica dos Mártires
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publicado por Maria José Nogueira Pinto às 19:49
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"Nogueira Pinto quer religiões como factor de unidade"

(Notícia Lusa de 23 de Agosto)


Lisboa, 23 Ago (LusaRádio) - A candidata do CDS-PP à Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, defendeu hoje a diversidade religiosa como factor de unidade e não de divisão no tecido social da capital portuguesa.

"A nossa preocupação é que Lisboa se reconheça nesta diversidade e que seja capaz de criar as condições para que esta diversidade seja um factor de unidade e de riqueza e não um factor de divisão", disse Maria José Nogueira Pinto durante uma visita à Sinagoga de Lisboa e depois ter visitado a Mesquita e a comunidade ismaelita, numa acção de pré-campanha para as autárquicas de Outubro.

"A intenção destas visitas é, numa cidade que é multi-étnica, multi-cultural e multi-religiosa, acentuar o aspecto da importância destas religiões para a dimensão espiritual da cidade. A cidade é uma comunidade humana, tem uma dimensão espiritual e consideramos que todas estas comunidades religiosas têm um papel determinante no fortalecimento deste aspecto espiritual", explicou a candidata do CDS- PP à saída da Sinagoga.

Para a candidata à Câmara de Lisboa há enormes vantagens que podem advir do reconhecimento da realidade sócio-cultural de Lisboa, uma vez que, explicou, "a cidade foi sempre uma porta de entrada e de saída, sempre uma porta aberta a todos os outros povos de outras partes do mundo e isso é de manter porque é uma riqueza da cidade".

"E temos hoje realidades que não tínhamos há trinta nem há vinte anos e portanto eu penso que a cidade tem de preparar para isso e isso deve ser entendido como uma mais valia, como uma riqueza", concluiu.

A visita às principais religiões presentes na cidade de Lisboa termina quarta-feira com uma visita ao Patriarcado de Lisboa, onde será recebida pelo Cardeal Patriarca, D. José Policarpo.

SV.

Lusa
publicado por Maria José Nogueira Pinto às 01:19
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Terça-feira, 23 de Agosto de 2005
Maria José Nogueira Pinto visita amanhã as freguesias de Penha da França, S. João e S. Jorge de Arro

Amanhã, dia 24 de Agosto, Maria José Nogueira Pinto visita as freguesias de Penha da França, S. João e S. Jorge de Arroios.

Estão agendadas, além das visitas com os cabeças de lista às Juntas de Freguesia, as seguintes visitas:

10h00 –: Visita à 5ª Divisão da Polícia de Segurança Pública.
11h30 – Visita ao Centro de Saúde de S.João.
14h00 – Visita ao Parque Infantil Jardim Constantino.
14h30 – Encontro com a Direcção do Centro Social e Paroquial S. Jorge de Arroios.

16h00 – Maria José Nogueira Pinto é recebida pelo Senhor Cardeal Patriarca, no Patriarcado de Lisboa, Mosteiro de São Vicente de Fora.
publicado por Maria José Nogueira Pinto às 18:48
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2005
Lisboa, Cidade das Religiões

Amanhã, dia 23 de Agosto, Maria José Nogueira Pinto visita os representantes das principais religiões na cidade de Lisboa.

Às 9h30 - Comunidade Islâmica, Encontro na Mesquita Central com o presidente da Comunidade, Dr. Vakil, e o Xeque David Munir.

11h30 - Centro Ismaili. Encontro com o presidente da Fundação Aga Khan, Nazim Ahmad.

15h00 - Comunidade Israelita de Lisboa, na Sinagoga Shaaré Tikvá. Encontro com o presidente da Comunidade, Jose Oulman Carp.

Na quarta-feira, dia 24, a candidata do CDS é recebida pelo Cardeal Patriarca, pelas 16h00, no Mosteiro de são Vicente de Fora.

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publicado por Maria José Nogueira Pinto às 16:47
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Jornal de Notícias entrevista Maria José Nogueira Pinto
Haver cinco candidaturas é desafio muito interessante



(Entrevista Jornal de Notícias de 22 de Agosto)


Garante que a preparação para as eleições autárquicas em Lisboa está a ser uma experiência "divertida" e "muito enriquecedora". Maria José Nogueira Pinto, candidata do CDS/PP, está convicta na sua eleição e diz que a sua prioridadade será a revitalização da cidade e da sua economia.

[Jornal de Notícias] O que é a que a fez aceitar o desafio de candidatar-se à CML?

[Maria José Nogueira Pinto] Em primeiro lugar, o que conheço de Lisboa porque, ao longo da minha vida, tive a sorte de dirigir duas instituições que são pilares da cidade a Maternidade Alfredo da Costa e a Casa da Misericórdia (SCML). Sou lisboeta, gosto da cidade e achei que estas eleições eram uma oportunidade muito significativa por haver cinco candidatos. É uma riqueza para Lisboa.


Quando foi convidada, já estava decidido que não haveria coligação de Direita?

Já, já... O prof. Carmona Rodrigues entendeu que não queria concorrer coligado. Foi o entendimento dele. Então, colocou-se a necessidade do CDS/PP ter uma candidatura autónoma.

Se tivesse havido coligação, entraria nas listas?

Se fosse preciso, entraria.

Entraria numa lista liderada por alguém que tem criticado?

Quem tem criticado esta gestão é o prof. Carmona...Todas as críticas que possa ter feito ficaram muito aquém das que ele fez.

Cinco candidatos é bom?

É. São pessoas muito diferentes e interessantes. Vai obrigar a um debate. Quando cheguei, havia quatro temas Feira Popular, Túnel, Parque Mayer e um casino. Hoje, os temas são muito mais abertos. Foi interessante ver que o tema da arrumação da Câmara, que lancei na apresentação da candidatura, hoje é considerado por todos como necessário. Se não arrumarmos a Câmara, não temos condições de execução.

Sugere a eliminação de empresas municipais?

Não, as empresas municipais podem ou não ser interessantes. O que se verifica é que, em vez de eliminarem serviços, duplicaram-nos. A vantagem das empresas é a possibilidade de terem procedimentos de gestão mais ágeis do que os serviços administrativos e isso não aconteceu. As potencialidades acabaram por não ser aproveitadas. Isso tem muito a ver com a figura do gestor e nem sempre as escolhas são despartidarizadas.


Fala de algum caso particular?

Não, estou a pensar no geral. Ainda agora ouvimos dizer que aquele senhor fadista, do PPM, ia dirigir a Empresa de Gestão de Equipamentos e Espaços Culturais. É indiscutível que os equipamentos culturais se gerem melhor num quadro empresarial. Agora, se se põe uma pessoa que nunca geriu nada, a utilidade é zero.

Refere-se às suspeitas de troca de apoios que surgiram na candidatura de Carmona Rodrigues. Como vê essas notícias?

Se é verdade, é mau. E é duvidoso que essas forças políticas possam dar votos, a confusão pós-eleitoral é total. São facturas que ficam para pagar no dia seguinte.

A candidatura de Carmona está fragilizada?

Não sei. É sempre muito fumo, mas também não vi o fogo. Os compromissos que se assumem, sobretudo desta natureza, são engulhos muito grandes à gestão.

Disse que se, for eleita, cumprirá o mandato. Aceitará pelouros se o PS ganhar?

Se me derem autonomia para de-senvolver uma área como entendo, muito bem. Se não, não. O que eu advogaria era que quem ganhasse a Câmara apresentasse um programa para o mandato, que não era o programa eleitoral. Há pontos positivos em todos os programas e há uma dinâmica na campanha que leva a perceber com mais clareza alguns aspectos. Do meu ponto de vista, era mais sério que quem ganhasse apresentasse um programa para quatro anos, que pudesse reunir pontos positivos dos outros programas e que permitiria fazer um executivo camarário de luxo. Porque iria buscar pessoas de outras listas, sem o constrangimento de estarem a cumprir o programa de outro candidato.

Há condições para fazer isso?

Depende de quem lá chegar ter uma visão mais lisboeta ou partidária. Se tiver uma visão lisboeta, não deixará fugir a oportunidade, porque estão pessoas excelentes nas listas. Se tiver uma perspectiva partidária, não fará isto, mas também não fará mais nada.

Um passeio?

Do CCB à Expo.

Sítio preferido?

Campo Grande, o meu berço.

O mais positivo?

Sete colinas e um rio, há várias janelas que se abrem.

O negativo?

As lisboas ocultas.

Um jardim?

Campo Grande, tem muitos buracos e problemas de segurança.

Uma cidade-modelo?

Valência. Arrebatou-nos a Copa.

Uma música sobre Lisboa?

"Gaivota", Amália, David Mourão Ferreira, Alain Oulman.

Um livro?

Poesia, Álvaro de Campos.

E um filme?

"O pai tirano", por causa dos Armazéns Grandella.

O bairro onde reside?

Campo Grande.

Onde nasceu?

Campo Grande, na casa onde moro.

Que transporte usa?

Carro (embora não tenha carta), metro e muito a pé, tropeçando nos buracos dos passeios.


publicado por Maria José Nogueira Pinto às 09:03
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"Maria José Nogueira Pinto fala em dívida de 40 milhões à EPAL"

(Notícia Correio da Manhã, de 22 de Agosto)


"A candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa (CML), Maria José Nogueira Pinto, revelou ontem que “a autarquia deve só em água 40 milhões de euros”.

Em declarações ao CM, a ex-provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) considerou lamentável que Carmona Rodrigues tenha oferecido uma consultadoria ao Partido da Nova Democracia (PND) em troca de apoio político à sua candidatura à autarquia.

“Eu fico aflita quando vejo um candidato [Carmona Rodrigues, apoiado pelo PSD] a achar que pode dar uma consultadoria a um partido. As consultadorias custam dinheiro e é tanto mais grave quanto a situação financeira da Câmara é muito má”.

Actualmente a dívida total da Câmara de Lisboa é superior a 200 milhões de euros, pelo que a alegada dívida à EPAL representa cerca de um quinto do total. O Orçamento da autarquia Lisboeta é de 803 milhões de euros.

Note-se que boa parte das câmara municipais do País tem dívidas às águas de Portugal, a holding da EPAL.

A candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa vai visitar amanhã as comunidades religiosas de Lisboa: a comunidade judaica, a muçulmana e a ismaelita. Na quarta-feira será a vez da comunidade católica.

VISITA ÀS COMUNIDADES RELIGIOSAS

“A cidade de Lisboa também tem uma componente espiritual importante e é fundamental que quem vai para a Câmara tenha esse conhecimento”. É com esta convicção que Maria José Nogueira Pinto inicia amanhã uma série de visitas às comunidades religiosas de Lisboa.

Os encontros entre Maria José Nogueira Pinto e os representantes da comunidades religiosas iniciam-se às 9h30 com a visita à comunidade judaica (Sinagoga de Lisboa), seguindo-se a comunidade muçulmana (Mesquita de Lisboa) e a comunidade Ismaelita (Fundação Aga Khan). O encontro da candidata com o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, ficou marcado para quarta-feira."
José Rodrigues


publicado por Maria José Nogueira Pinto às 08:59
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Domingo, 21 de Agosto de 2005
Visita ao Lumiar, Charneca e Ameixoeira

Maria José Nogueira Pinto, acompanhada por diversos elementos das listas à CML e à Assembleia Municipal, visita amanhã as freguesias do Lumiar, Charneca e Ameixoeira.

Entre outras instituições, a candidata do CDS visitará a Casa de Repouso dos Inválidos do Comércio, a Associação de Residentes de Telheiras e a Academia Musical 1 de Junho.


publicado por Maria José Nogueira Pinto às 19:52
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Sábado, 20 de Agosto de 2005
"PS e CDS exigem explicações a Marques Mendes "

"Em causa declarações de Carmona sobre negociação das listas e política de coligações"

(Notícia DN, de 20 de Agosto)

luísa botinas
susete francisco

"PS e CDS/PP exigiram ontem ao PSD que venha explicar se subscreve as declarações de Carmona Rodrigues. Numa entrevista publicada ontem pela revista Sábado, o candidato independente à autarquia de Lisboa - apoiado pelos sociais-democratas - diz que, caso vença sem maioria as autárquicas de Outubro, começará por pedir a colaboração do PS. E afirma também que, face à oposição do PSD à inclusão de um dirigente da Nova Democracia (Jorge Ferreira) nas listas para a Assembleia Municipal, sugeriu "outra forma de participar, algo ligado à autarquia, que poderia passar por uma consultoria ou qualquer coisa".

Uma situação que Miguel Coelho, presidente da concelhia de Lisboa do PS, qualifica como "muito grave, no limiar do sentido de ética". " A consultoria é um trabalho pago pelo município. Carmona Rodrigues está a confessar que sugeriu o uso de meios da câmara para garantir apoio político" da Nova Democracia, acusa o dirigente socialista, desafiando "Marques Mendes, como outros analistas sempre tão lestos a denunciar exemplos de corrupção moral" , a pronunciarem-se sobre esta situação. Já quanto à sugestão de uma coligação com o PS, Miguel Coelho é taxativo "O PS não faz coligações com o PSD. Nunca. Nem no poder nem na oposição."

Também o candidato socialista a Lisboa veio ontem pronunciar-se sobre as declarações de Carmona. Em comunicado, Manuel Maria Carrilho diz que é agora uma certeza que o seu adversário "negociou apoios político-partidários a troco da oferta de lugares remunerados". E acrescenta que a situação "atingiu uma tal gravidade que se torna imperativo saber se estas práticas são ou não caucionadas pelo líder do PSD".

Críticas à direita. O pedido de explicações aos sociais-democratas estende-se ao CDS. Para o presidente centrista, José Ribeiro e Castro, a entrevista ontem publicada deixou "claro que Carmona Rodrigues defende um acordo com o PS e, se necessário, com o PCP". "É indispensável que o PSD esclareça se essa é a sua política de alianças. O eleitorado de Lisboa tem o direito de saber", referiu ao DN. Quanto às negociações entre Carmona e a Nova Democracia, o líder do CDS diz que "é lamentável" "É o partidarismo no seu pior". Também Anacoreta Correia, número dois nas listas do CDS à câmara disse ao DN não achar "normal este tipo de negociações". Quanto ao facto de Carmona eleger o PS e não o CDS como parceiro privilegiado, o também deputado referiu que esta é uma "matéria de relações inter-partidárias que ultrapassa o caso de Lisboa".

Quanto ao PND, Manuel Monteiro afirmou ao DN que a "entrevista vem demonstrar que a Nova Democracia não mentiu". Às afirmações de Carmona - que diz que o PND "não tem expressão para dar apoio a ninguém"-, Monteiro responde que algum peso "deve ter, para ele ter querido fazer um entendimento e sugerir o que sugeriu". O líder da Nova Democracia garante, no entanto, que mantém o apoio à candidatura do actual vice-presidente da câmara, "esperando que situações desta natureza acabem na prática política".

Explicações. Ontem, durante uma acção de pré-campanha no centro histórico de Lisboa, Carmona Rodrigues garantiu que não falou com Jorge Ferreira, sobre a alegada atribuição de uma posição numa empresa municipal em troca da desistência daquele dirigente do PND de um lugar nas listas como deputado municipal. O candidato procurou desmistificar a questão dizendo que tal assunto "não tem pés nem cabeça". "O PND não existe. Falou-se na atribuição de lugares. Mas uma coisa é falar e outra é decidir e, sobre esta matéria, não decidi nada com o dr. Jorge Ferreira. Muita gente vem falar connosco sobre muita coisa mas, daí até ficar tudo definido, vai um grande caminho".

Sobre a colaboração com o PS, Carmona diz estar interessado, sim, num pacto de regime pós-eleitoral sobre assuntos importantes para a cidade. "Questões que exijam um consenso alargado serão objecto dessa procura de entendimento", afirmou o candidato. Que explicou a sua intenção, caso seja eleito, de começar por falar "com os partidos maiores indo até aos mais pequenos. E esta ordem apenas tem que ver com o grau de importância de cada um e com a votação que obtiverem". Quanto à negociação de lugares em empresas municipais com o PPM, Carmona volta a negar tudo o que vai para além do anunciado oficialmente. "O que ficou decidido foi que o PPM teria atribuídos dois lugares para a Assembleia Municipal. Mais nada", acrescentou."


publicado por Maria José Nogueira Pinto às 15:39
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