Sexta-feira, 7 de Outubro de 2005
Balanço de Campanha


Foi com o cenário do antes e do depois que Maria José Nogueira Pinto fez um balanço daquilo que foi a sua campanha nas actuais eleições para a Câmara Municipal de Lisboa. Do lado esquerdo, um cartaz com os temas que dominavam a agenda política aquando da chegada da candidata do CDS-PP à corrida autárquica: o Túnel do Marquês, o Parque Mayer, a Feira Popular e o Casino. “Parecia que o futuro de Lisboa dependia destes quatro temas”, começou por referir Maria José Nogueira Pinto, na conferência de imprensa que teve lugar hoje no Hotel Altis.
Mas, em contraponto, um outro cartaz, à direita do público, mostrava todos os temas que a democrata-cristã conseguiu trazer para público, começando, inclusivamente, a fazer parte das atenções dos restantes candidatos à Câmara de Lisboa: o arrumar a casa e pôr as contas em ordem; as respostas sociais para as famílias; o dar resposta aos idosos; o combater a pobreza e a exclusão; a classe média; e o estimular a economia da cidade.

Sobre o primeiro – o arrumar a casa –, Maria José Nogueira Pinto relembrou que o termo significa “criar as condições necessárias para aplicar qualquer programa, seja o meu ou o de qualquer outro candidato”.
Para a democrata-cristã, já no que diz respeito às famílias, estas “não foram consideradas na maioria das campanhas”. E defendeu: “se queremos coesão social temos que ajudar as famílias na sua tarefa”.

A falta de resposta para os idosos foi igualmente uma das grandes preocupações abordadas pela campanha de Maria José Nogueira Pinto. Para a candidata, esta é “uma questão demográfica”. “Lisboa não é uma cidade que ajuda. Não dá atenção nem aos idosos, nem aos deficientes”. “Preparar esta cidade e esta população para um fim de vida digno depende de uma rede social e a Câmara tem aqui um papel”, defendeu a candidata à autarquia. Uma mesma rede concertada que Nogueira Pinto defende também para fazer frente à pobreza e à exclusão.

Outro ponto abordado na conferência de imprensa e, de resto, durante toda a campanha, foi o retorno da classe média, “uma classe que ninguém ajuda”. “Foram expelidos para a periferia, não votam em mim, mas tenho que falar deles e trazê-los de volta”, acrescentou, uma vez que esta “é a classe que todos os dias faz mexer a cidade”.

Por último, Maria José Nogueira Pinto referiu ainda a necessidade de estimular a economia da cidade: “Uma cidade competitiva é uma cidade que tem uma economia forte”, disse, acrescentando que “muita da competitividade desta cidade depende do desígnio turístico”.

“Estes temas importantes não estavam na campanha quando cheguei e eu consegui trazê-los para agenda. Mas se eu não for eleita para a Câmara estes temas vão voltar a desaparecer”, disse, por fim, a candidata.


publicado por Maria José Nogueira Pinto às 16:29
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