Sexta-feira, 23 de Março de 2007
Comissões emperram plano da Baixa-Chiado

 (Imagem: Rui Coutinho/DN)

(in Diário de Notícias)
 
A proposta de revitalização da Baixa-Chiado aprovada pela autarquia de Lisboa corre o risco de ficar "de molho" até que as seis comissões nomeadas pelos deputados da assembleia municipal se pronunciem sobre o assunto e este seja finalmente levado a votação no parlamento da cidade.
Enquanto isso, o Governo dá mostras de "estar a cumprir a sua parte no que diz respeito à responsabilidade que tem nos projectos estruturantes da proposta. Neste caso, o do Terreiro do Paço", disse ao DN Maria José Nogueira Pinto, vereadora do CDS/ /PP que patrocinou a elaboração do documento apresentado em Setembro de 2006.
O DN tentou ouvir Paula Teixeira da Cruz, mas não foi possível obter uma resposta da presidente da assembleia municipal, em tempo útil. No novo "Terreiro do Paço" proposto pelo comissariado integrado por Manuel Salgado, Miguel Anacoreta Correia, Celeste Hagatong, Elísio Summavielle, Augusto Mateus e Raquel Henriques da Silva, defende-se a ideia da instalação de um núcleo cultural e de comércio especializado na área do piso das arcadas. "Sem prejudicar a entrada nobre dos ministérios", sublinha-se.
A "instalação de um hotel de cinco estrelas no quarteirão poente do Arco da Rua Augusta" é outra das ideias que constam da proposta do Comissariado da Baixa-Chiado. E parece ter sido a primeira a obter feedback por parte do Governo, com a anunciada saída das duas secretarias de Estado e da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna do edifício que actualmente ocupa (ala norte) no Terreiro do Paço.
Para Miguel Anacoreta Correia, este "é um bom indício de que o Governo está a dar passos no sentido das sugestões do plano de revitalização que não defende apenas a introdução de novas actividades". E acrescenta: "Nele preconizamos a presença de serviços e organismos do Governo ligados a novas funções, regularizadoras, fiscalizadoras e de novas tecnologias."
A permanência do Estado no Terreiro do Paço com novos serviços poderá significar, segundo os cálculos do plano, mais 3000 funcionários ali. Um acréscimo relevante face aos mil postos de trabalho ali existentes actualmente. Luísa Botinas
publicado por Marlene Marques às 15:44
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