Quinta-feira, 22 de Março de 2007
Para vereadores da oposição estudo da EPUL sabe a pouco
(in Público)
 
Os vereadores da oposição da Câmara de Lisboa entendem que sabe a pouco o estudo sobre o futuro da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) elaborado pela consultora CapGemini, que vão discutir amanhã numa reunião do executivo.
Os socialistas entendem que nem sequer há condições para o votar, quer por o documento lhes ter sido distribuído a menos de 48 horas da discussão, quer por esta ser uma versão reduzida das conclusões a que chegou a CapGemin.
Dela não consta, por exemplo, o capítulo dedicado à sustentabilidade financeira da EPUL que integrava uma versão anterior do documento.
Ainda sem uma opinião final sobre o estudo, dado não ter tido tempo para se debruçar sobre ele em profundidade, o comunista Ruben de Carvalho diz que as primeiras impressões que lhe ficaram é de que se trata de um documento "insuficiente" e "incompleto", apesar dos adiamentos da sua divulgação, que acabou por só ter lugar anteontem.
"Não sei se esta câmara devia ter como objectivo salvar a EPUL", diz, por seu turno, a vereadora do PP Maria José Nogueira Pinto, que tem defendido que qualquer debate honesto sobre a empresa deve equacionar a sua extinção. A autarca entende que é precipitado votar o que quer que seja sobre a matéria amanhã: "Primeiro é preciso partir pedra."
No entender de José Sá Fernandes, o estudo da CapGemini "não configura proposta concreta de reestruturação da empresa". "Nem sequer é apontada a estratégia de sustentabilidade financeira que deverá suportar os objectivos [preconizados pela consultora para a empresa]", critica.
A Capgemini diz que a EPUL deve passar a arrendar casas a jovens e idosos a preços reduzidos e a apostar mais na reabilitação de casas antigas do que na construção de prédios novos. E fala na necessidade de a empresa reduzir os seus custos de funcionamento.
O presidente da EPUL reuniu-se ontem com os seus directores apelando à calma, depois de as notícias de um eventual emagrecimento da estrutura terem gerado pânico entre os trabalhadores. Ana Henriques
publicado por Marlene Marques às 19:22
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