Quinta-feira, 22 de Março de 2007
Câmara acusada de omitir informação
(in Diário de Notícias)
 
A oposição é unânime. O estudo de reestruturação da EPUL – Empresa Pública de Urbanização de Lisboa, é "meramente indicativo", não sustenta as propostas e está incompleto. Mais. Diz que até hoje aquela empresa não serviu o interesse público e que o documento apresentado é a confirmação dessa situação.
"É um estudo meramente indicativo, resultado do trabalho desenvolvido por uma empresa de consultoria, não configurando uma proposta concreta de reestruturação da empresa municipal, que tantas vezes foi apregoada", lamenta José Sá Fernandes. O vereador eleito pelo Bloco de Esquerda (BE) frisa ainda que no documento "nem sequer é apontada a estratégia de sustentabilidade financeira que deverá suportar os objectivos em questão. Facto previsível num executivo dividido e em profunda crise".
Quanto ao desenvolvimento do que é proposto, Sá Fernandes diz que o estudo "não desenvolve matérias fundamentais, tais como as que se prendem com a fiscalização e acompanhamento da actividade da empresa".
Já o PS assegura que "o documento não foi entregue na sua globalidade". O vereador socialista Dias Baptista lamenta também o facto de "se discutir a reestruturação de uma empresa como a EPUL sem se saber os resultados das auditorias às outras empresas municipais". O responsável defende ser uma "mais-valia" repensar a EPUL tendo em conta todo o universo empresarial do município. Até porque, diz, "há que avaliar se faz ou não sentido a fusão das sociedades de reabilitação urbana (SRU) com a nova empresa de urbanização ou se ambas as empresas desempenham funções diferentes".
Maria José Nogueira Pinto é da mesma opinião. "É muito mau discutir a EPUL sem ter sido definida a estratégia global das empresas da câmara." A vereadora do CDS/PP alerta: "O que temos ali é um modelo que para ser operacionalizado precisa de três anos."
"É inqualificável", acusa Ruben de Carvalho. O líder da bancada do PCP na autarquia de Lisboa lamenta que o documento entregue à vereação não seja mais do que "um powerpoint impresso". "Qualquer pessoa que leia o estudo percebe que ele não está completo." E por isso antevê que a reunião de amanhã esteja longe de poder ser conclusiva. Susana Leitão
publicado por Marlene Marques às 17:33
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