Sexta-feira, 16 de Março de 2007
Governo anuncia 1,5 mil milhões para a Baixa
Direitos Reservados
(in Metro)
 
Os investimentos previstos das sociedades de reabilitação urbana Porto Vivo (zonas históricas do Porto) e Lisboa Ocidental ascendem a 1,5 mil milhões de euros até 2009, disse ontem o ministro do Ambiente, Nunes Correia.
 
O governante falou durante a cerimónia de assinatura do contrato de empréstimo de 200 milhões de euros pelo Banco Europeu de Investimentos(BEI) ao Instituto Nacional de Habitação (INH). Nunes Correia afirmou que os projectos de reabilitação terão uma componente de investimento privado na ordem dos 90 por cento.
 
Nunes Correia adiantou que as zonas objecto de intervenção urbana têm mais de 1,5 milhões de metros quadrados de área bruta construída e incluem mais de dez mil fracções, habitacionais e não residenciais.
 
Rejuvenescer centros
Os projectos que vão ser desenvolvidos com esta parceria, vão permitir um avanço no mercado de arrendamento, revelando uma “clara aposta no repovoamento e rejuvenescimento dos centros históricos das duas principais cidades do país”, sublinhou o titular do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional.
 
Nunes Correia disse que o contrato ontem assinado com o BEI permite dotar o futuro Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana que sucederá ao INH, de instrumentos financeiros para iniciar de imediato a reabilitação dos parques habitacionais.
 
Nunes Correia indicou que esta intervenção visa assegurar níveis de habitabilidade adequados, contribuindo para a sustentabilidade ambiental e para a qualidade de vida, quer das populações que beneficiam das infra-estruturas, quer de toda a cidade.
 
Fonte da Câmara Municipal de Lisboa, contactada pelo METRO, disse que a autarquia vê “com bons olhos qualquer investimento que exista para fazer a recuperação da Baixa”. A mesma fonte salientou que o projecto de recuperação da Baixa-Chiado “está a ser feito em parceria com o Governo”, uma vez que é um tema com grande importância para ser assumido só por uma das partes. Desconhece-se, por enquanto, de que forma é que o valor ontem anunciado vai ser distribuído. Bruno Martins com Lusa
publicado por Marlene Marques às 10:12
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