Sexta-feira, 12 de Agosto de 2005
Nogueira Pinto acusa CPLP e UCCLA de serem apenas "caixas vazias"


(Notícia Diário de Notícias, de 12 de Agosto)


Francisco Almeida Leite

"A candidata do CDS/PP à Câmara Municipal de Lisboa (CML), Maria José Nogueira Pinto, considerou ontem que associações como a CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e a UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa) "são caixas vazias", "uma espécie de tarte sem recheio". Nogueira Pinto chegou a conclusões como esta depois de ter ouvido os corpos dirigentes da Associação Cabo Verdiana, que expressaram à candidata democrata-cristã vários problemas ligados à educação, cultura, exclusão e pobreza.

(..)Neste encontro, a candidata do CDS/PP sustentou que "Lisboa é hoje uma cidade multiétnica e multicultural", pelo que defendeu a ideia de que "não há acolhimento se não houver integração".

"A UCCLA [ que depende da câmara da capital] funcionou mal nos últimos quatro anos", considerou a candidata. Mesmo assim, Anacoreta Correia fez uma pequena exposição de alguns dos projectos que a organização lançada por Krus Abecasis apadrinhou. Mais apoios deste tipo de entidades ou do Conselho Municipal das Minorias Étnicas - órgão criado no mandato de Jorge Sampaio e que depende da Assembleia Municipal - foram das recomendações mais ouvidas pelos dirigentes associativos cabo-verdianos.

Neste encontro, a candidata do CDS/PP sustentou que "Lisboa é hoje uma cidade multiétnica e multicultural", pelo que defendeu a ideia de que "não há acolhimento se não houver integração". Para Nogueira Pinto, os problemas de integração alargam-se à segunda geração de imigrantes, se não forem aplicadas políticas eficazes de inclusão, que passam por melhores soluções urbanísticas, por formar professores - que, para além da cultura portuguesa, ensinem aos seus alunos mais sobre as raízes dos seus pais - ou pela integração de mais cidadãos luso-africanos nas forças policiais.

A candidata recebeu um documento das mãos de Alcestina Pinto, líder da associação, a propósito das várias consequências sociais que o "arrastão" da praia de Carcavelos teve nos jovens cabo-verdianos residentes em Portugal. À tarde, Nogueira Pinto encontrou- -se também com a Associação Guineense de Solidariedade Social.

publicado por Maria José Nogueira Pinto às 07:45
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