Quarta-feira, 31 de Agosto de 2005
A aposta no apoio domiciliário integrado

A candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa (CML) esteve hoje nas freguesias de Campolide, Stª Isabel, Stº Condestável e Lapa.

De visita à unidade local do Centro de Saúde de Vale de Alcântara da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto pôde constatar as evoluções do projecto-piloto de apoio domiciliário integrado.

Tendo o projecto arrancado em 2004, sob o apoio da Misericórdia (numa altura em que Maria José Nogueira Pinto era provedora da Santa Casa), este reúne profissionais da área social e da saúde “com o objectivo de proporcionar uma melhor qualidade de vida aos nossos idosos”, como explicou o responsável por aquela unidade. José Cunha não deixou de referir: “Estamos sempre carentes de apoio da CML para, por exemplo, efectuar pequenas obras nos domicílios”, que poderão ir desde a retirada de barreiras arquitectónicas, instalações de corrimões, etc.

Acompanhada pelo presidente do CDS-PP, Dr. Ribeiro e Castro, o qual fez questão de destacar a “qualidade política e humana” de José Nogueira Pinto, a candidata democrata-cristã explicou que numa fase inicial “tentou perceber-se o que se iria passar com a população lisboeta e o seu crescente envelhecimento”. “Se possível, as pessoas têm que ficar nas suas casas. Mas para isso precisam de apoio domiciliário. Este projecto está em fase piloto para acertar agulhas e mais tarde ser aplicado a toda a cidade”, acrescentou.

Falando ainda sobre as residências assistidas, a candidata do CDS-PP frisou que “não devemos desperdiçar a oportunidade de na reabilitação urbana pensar nesta componente”.

Seguindo para o Centro de Apoio Diurno a Doentes de Alzheimer, onde foi recebida pela vice-presidente, Leonor Guimarães, Maria José Nogueira Pinto foi informada, mais uma vez, sobre as necessidades que aquele centro enfrenta.
“Daqui a 10 anos estamos perante um problema muito grave causado por doenças degenerativas”, sublinhou a candidata à autarquia lisboeta. “O Estado tem que promover a satisfação das necessidades básicas. Não percebo a subversão em que vivemos – e não estou a falar de nenhum governo em especial – em que os privados avançam de boa vontade e o Estado ajuda quando quer. Temos que mudar este relacionamento”.

O dia de pré-campanha foi ainda ocupado com uma visita à Igreja Santo António de Campolide, ao Bairro da Bela Flor (onde foi recebida pela associação de moradores) e uma passagem pelo Santana Futebol Clube, bem como pelo Sport Lisboa e Lapa.

A Sociedade Filarmónica Alunos de Apolo foi igualmente uma das paragens do dia. Apesar de toda a sua história, o vice-presidente dos Alunos de Apolo, Aurélio Torres, agradecendo a visita da candidata, aproveitou a oportunidade para referir que “as verbas não são muitas e provêem das receitas de quotização e dos bailes que organizamos. De vez em quando o Governo Civil mobiliza-se, mas às vezes não sabemos como o dinheiro chega para tudo”, nomeadamente para distribuir almoços aos mais idosos.


publicado por Maria José Nogueira Pinto às 19:07
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