Sexta-feira, 30 de Setembro de 2005
"Nogueira Pinto denuncia partidarização da Câmara "

(Notícia Diário de Notícias, de 30 de Setembro)


"Maria José Nogueira Pinto, criticou a partidarização da autarquia através da colocação de assessores políticos sem experiência e formação em cargos de competência técnica. "Houve uma grande partidarização da Câmara, que já vem de longe e, numa casa como esta, que tem funções técnicas tão importantes, isso é praticamente a morte", disse a candidata numa acção de campanha junto ao edifício da autarquia em Entrecampos. "Os assessores políticos não podem substituir os técnicos", defendeu.

Nogueira Pinto distribuiu uma carta aos funcionários quando estes entravam para os serviços, na qual considerou que "a colocação de chefias sem experiência autárquica anterior e sem formação ajustada aos lugares" prejudicou a eficiência da autarquia, além de constituir um factor de desmotivação para as pessoas que ficaram subordinadas a essas mesmas chefias. Para Maria José Nogueira Pinto, "a Câmara é uma grande máquina que não funciona", nomeadamente devido à duplicação de competências."


publicado por Maria José Nogueira Pinto às 07:35
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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2005
Programa de Campanha para amanhã, sexta-feira dia 30

PROGRAMA DE CAMPANHA
30 de Setembro


15H00 » Acção de rua em Campo de Ourique com visita à Casa Fernando Pessoa
(Ponto de Encontro: No largo do Hospital Inglês, R. Silva Carvalho)

20H30 » Jantar das freguesias ocidentais (Ajuda, Santa Maria de Belém, São Francisco Xavier)
(Restaurante Chimarrão, Montes Claros, Monsanto).

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publicado por Maria José Nogueira Pinto às 19:24
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Ouvir os mais idosos

“Os senhores têm que pensar que constituem 25 por cento da população desta cidade. E isso nenhum presidente da Câmara pode esquecer. Têm que ter noção da vossa importância”. Foi desta forma que Maria José Nogueira Pinto se dirigiu a um grupo de idosos que a escutavam durante a visita de hoje ao centro de dia do Centro Comunitário do Alto do Pina.

Depois de visitar o lar Nossa Senhor da Vitória, na Rua do Crucifixo, a candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa foi recebida no centro de dia, onde ouviu as principais queixas daquele grupo de idosos, as quais vão desde o estado dos passeios à sensação de insegurança que têm nas suas próprias casas.
Maria José Nogueira Pinto passou então a explicar algumas das medidas visadas no programa do CDS para a autarquia, como a criação de residências assistidas, a revisão do Porta-a-Porta ou o estabelecimento do tele-alarme. Este último muito bem recebido entre os muitos idosos presentes.
No que diz respeito às residências assistidas, a democrata-cristã sublinhou a importância de “distinguir os cuidados à 3ª idade do isolamento que muitas vezes resulta do próprio urbanismo”, acrescentando ainda que esta será uma medida a implementar inicialmente nas zonas desertificadas, como é o caso da Baixa Pombalina, onde Maria José Nogueira Leite pretende criar entre 4 a 5 residências assistidas no decorrer do próximo mandato.
“Se deixarmos que a reabilitação na Baixa não tenha em conta uma série de factores, como este tipo de residências, a revitalização do comércio ou o criar condições para a classe média, não conseguiremos nada”, refere a candidata.
Já sobre o tele-alarme, e numa cidade onde existem cerca de 35 mil idosos isolados, Maria José Nogueira Pinto defende que “não se trata de um equipamento muito caro e seria essencialmente indicado para pessoas que simultaneamente estejam isolados e tenham pouca mobilidade”. Para a candidata, “seria correcto a Câmara poder ceder esses equipamentos” e os pagamentos mensais seriam feitos conforme as possibilidades financeiras de cada um. Sendo que a Segurança Social poderia ter aqui um papel a desempenhar.

Mensagem aos trabalhadores

 

Mesmo antes da visita aos lares de idosos, Maria José Nogueira Pinto esteve com a sua comitiva à porta do edifício da Câmara Municipal de Lisboa, em Entrecampos, distribuindo uma carta a todos os trabalhadores da instituição.
Na mesma, a candidata defende o “Arrumar a Casa”, um compromisso que “não é possível (...) sem o envolvimento e o contributo de todos os que nela ‘habitam’”. Por isso, Maria José Nogueira Pinto toma como desafios “conseguir envolver os funcionários na ‘arrumação da casa’ e conseguir posicionar a ‘arrumação’ como factor de motivação”. Ainda, “criar factores de motivação e instrumentos que permitam premiar a competência e o empenho”, “criar mecanismos de gestão que permitam aproximar a dinâmica da organização do sector empresarial”, “tornar os mecanismos de gestão facilmente transmissíveis aos sucessores políticos” e, por fim, “criar uma cultura organizacional que possa sobreviver à rotatividade política”.

publicado por Maria José Nogueira Pinto às 18:59
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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2005
Programa de Campanha para amanhã, quinta-feira 29 de Setembro

29-Setembro, Quinta-Feira

09H00-10h30 » MJNP contacta com os trabalhadores da CML, à entrada do edifício de Entrecampos, a quem irá entregar uma carta com o seu programa para a estrutura da CML.

11h00 » MJNP visita o Lar de Nossa Senhora da Vitória (Rua do Crucifixo n.º100)

12h30 » MJNP visita o Centro de Dia do Centro Comunitário do Alto do Pina
(Rua Abade de Faria 37 r/c, no edifício da Junta de Freguesia do Alto do Pina)

20h00 » Jantar de trabalho com Taxistas de Lisboa.
ATENÇÃO: Como se trata de um jantar de trabalho, convidam-se os Srs. Jornalistas a comparecerem apenas às 22H, altura em que será feita uma comunicação à Imprensa.
(Restaurante do Centro Congressos de Lisboa – FIL Junqueira).


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publicado por Maria José Nogueira Pinto às 16:38
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Cancelamento
Foi cancelado, por parte da organização, o debate da Associação SOS Racismo em que participaria o candidato do CDS, João Almeida, hoje pelas18H30 na Associação Cabo-Verdiana em Lisboa.
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publicado por Maria José Nogueira Pinto às 16:34
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Tempos de Antena
Na coluna lateral pode encontrar os ficheiros áudio com os tempos de antena da candidatura do CDS/PP à Câmara Municipal de Lisboa.
publicado por Maria José Nogueira Pinto às 16:30
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Programa de Campanha para amanhã, dia 28 de Setembro

PROGRAMA DE CAMPANHA
28 de Setembro

11H00 » Maria José Nogueira Pinto e Telmo Correia Visitam a ATL – Associação de Turismo de Lisboa.
(Rua do Arsenal n.º 15, junto à Praça do Comércio)

12H00 » Conferência de Imprensa sobre Turismo.

(Castelo de São Jorge)

16H30 » Maria José Nogueira Pinto participa em Debate organizado pela Associação Académica do Instituto Superior Técnico.
(Salão Nobre do IST)

18H30 » Candidato João Almeida participa no Debate organizado pela associação SOS Racismo, na Associação Cabo-Verdiana em Lisboa.
(Rua Duque de Palmela n.º2, 8.º andar.)
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publicado por Maria José Nogueira Pinto às 14:55
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Marcha de Campanha

A campanha Lisboa em Boas Mãos já anda na rua ao som da nossa marcha de campanha, que pode escutar clicando no ícone na coluna lateral:

A Lisboa não fiques indiferente
Mostra que és gente
Que a sabes amar
A Lisboa dá a tua mão
E a tua paixão
De a saber beijar

Assim é a Liberdade
O fado, a saudade
Que queremos cantar
Não fiques em casa
Gaivota sem asa
Não sabe voar

E assim vem cá ver a gente
Que voa contente
P´ra ir votar
Porque é São Vicente
Que abençoa a gente
Porque é Popular

Lisboa tu tens a mulher
Que sabe o que quer
Que tem coração
E desta maneira
Tens a vida inteira
Sempre em "Boas Mãos"

Letra José Luís Gordo e Música de Carlos Macedo

publicado por Maria José Nogueira Pinto às 10:38
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"Nogueira Pinto promete ajudas"

(Notícia Jornal de Notícias, de 28 de Setembro)


"Bem-vinda à nossa escola", receberam, em coro, as crianças do infantário do Bairro dos Lóios, em Marvila, a candidata à Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, ontem, ao fim da manhã.

Em reunião com a Associação de Moradores, que gere o centro de infância do bairro, a candidata do CDS-PP referiu que "é preciso incentivar o empenho dos cidadãos que realizam estes projectos, quando deviam ser da responsabilidade do Estado".

O infantário do bairro tem dificuldades com as despesas, já que, das 118 crianças matriculadas, apenas 92 são comparticipadas pelo Estado. "Não é possível pedir às Instituições Particulares de Solidariedade Social que façam de tesoureiro do Governo. Não se pode pedir este esforço", insistiu a candidata à autarquia.

As crianças presentearam Maria José Nogueira Pinto com desenhos e cartazes, onde expressaram os seus desejos para a escola e para o bairro. No "caderno reinvindicativo dos mais novos munícipes do concelho", como brincou Nogueira Pinto, estavam os pedidos de um campo de jogos e de material para as salas e recreio. "Vamos lá ver se com ou sem autárquicas arranjamos isto", prometeu a candidata.

A campanha passou ainda na Creche da Santa Casa da Misericórdia, no Jardim da Estrela, e na Fundação Júlia Moreira, na freguesia de São João ."

P. P. G.


publicado por Maria José Nogueira Pinto às 08:05
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Terça-feira, 27 de Setembro de 2005
"CDS/PP acusa executivo camarário de «provincianismo»"

(Notícia Diário Digital / Lusa)


A candidata do CDS/PP à presidência da Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, acusou esta terça-feira de «provincianismo» o executivo social-democrata da autarquia devido à escolha do arquitecto Frank Gehry para reabilitar o Parque Mayer.

«Há um provincianismo que leva a pensar que trazer um grande arquitecto estrangeiro nos promove, em vez de ter a lucidez de resolver pequenos problemas da cidade», afirmou Maria José Nogueira Pinto, no final de uma visita à escola básica nº31 do Lumiar.
A escolha do arquitecto Frank Gehry para a reabilitação do Parque Mayer foi anunciada em 2002 pelo ex-presidente da autarquia Pedro Santana Lopes, entretanto substituído no cargo por Carmona Rodrigues, que também apoia a ideia.

A candidata democrata-cristã explicou que o principal objectivo da sua candidatura a Lisboa é «resolver pequenos problemas, tornar a cidade civilizada, pôr as coisas em ordem e fazer as pessoas felizes», em detrimento da realização de grandes obras ou eventos.

«Só depois disso, poderíamos ter Jogos Olímpicos ou rali Dacar», sustentou.

Maria José Nogueira Pinto escolheu dedicar o primeiro dia oficial de campanha para as eleições autárquicas de 9 de Outubro às crianças e à identificação de «problemas simples que não se resolvem».

Na escola básica do primeiro ciclo do Lumiar, a candidata ouviu as queixas da associação de pais, que lamentou a falta de obras na cozinha do estabelecimento de ensino, a ausência de grades nas janelas e a limitação de vagas no atelier de tempos livres.

Segundo Nogueira Pinto, a falta de respostas por parte da autarquia a estes problemas leva à adopção de soluções transitórias, que se revelam mais caras e menos eficientes.

«É mais caro ter um catering do que fazer obras na cozinha, é mais caro ter computadores encaixotados por falta de segurança do que pôr grades nas janelas. Tudo sai mais caro quando a administração do dinheiro é mal feita», concluiu.

Para resolver este tipo de problemas, a candidata defendeu a necessidade de criar bairros administrativos, que beneficiassem de uma transferência de competências e de verbas actualmente concentradas na autarquia.

Diário Digital / Lusa


publicado por Maria José Nogueira Pinto às 18:48
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O voto inútil


(Artigo de opinião de Miguel Freitas da Costa, Diário de Notícias de 27 de Setembro)


"Por mais duas vezes vamos ser chamados, nos próximos tempos, a participar na eleição dos nossos governantes pelo método de "depositar numas caixas chamadas urnas uns papelinhos chamados votos". É um ritual que nunca deixou de ser praticado, com mais ou menos frequência e credibilidade, vai para quase 200 anos de vida pública portuguesa. Desde 1976 ganhou um renovado lustre e, aparentemente, uma nova seriedade desde as famosas votações em que, com um suspiro de alívio, vimos o Partido Comunista retratado em toda a inebriante insignificância aritmética da sua "maioria política" e daí se tiraram algumas consequências. Esquecendo o papel desempenhado por "contagens de espingardas" que não eram então metafóricas, criou-se durante algum tempo a convicção de que os votos pesavam.

Muita gente exprime agora, assustada ou preocupada com o descrédito da "classe política" e do "sistema", o temor de que se esteja a desvanecer de novo esta crença, como já aconteceu no nosso passado, e que se procure "outra coisa". Talvez não seja um temor totalmente sem fundamento. É verdade que quase sempre, caridosamente, temos sido poupados a votar sobre as questões decisivas e que ainda agora só por algum perigoso descuido seremos sujeitos a ter que pensar e decidir sobre as coisas mais importantes, como as essenciais opções "europeias". Mas - em política - o que parece é que é, e o que parece neste momento, sem especial razão, é que votar não serve para grande coisa. Em todo o caso, a irritação e descrença dos cidadãos não é um exclusivo do regime português e tem muitas causas que são comuns aos eleitores de quase todo o mundo dito democrático em que nos incluímos. No nosso caso há, no entanto, um factor que não pode deixar de contar especialmente a tirania sob a qual temos vivido da ideia do "voto útil". Marcou-nos profundamente a consciência de como essa ideia fez em tempos a fortuna de um Partido Socialista que era em grande parte responsável pelos problemas de que se apresentou vitoriosamente como única solução.

O "voto útil" também não é uma invenção nacional. Ainda há bem pouco tempo foi a teoria que prevaleceu na segunda volta das eleições presidenciais francesas em que Jacques Chirac foi eleito quase plebiscitariamente graças à histeria que despertou o inócuo mas retumbante sucesso de Jean Marie Le Pen. Mas em Portugal, mais talvez do que em qualquer outra parte, conta com um grande número de fiéis praticantes. Tomemos como exemplo as próximas eleições para a Câmara Municipal de Lisboa. À esquerda e à direita é difícil encontrar quem não ache que Maria José Nogueira Pinto é o melhor dos candidatos em presença e não é fácil descobrir quem esteja na disposição de votar na sua lista.

Não acreditamos que seja possível apostar, como diz que faz o Millennium BCP, em que "só o melhor é bastante". Enleamo-nos sempre em tortuosos cálculos sobre as consequências indirectas do voto que vamos entregar. No fundo, somos muito pouco democratas não estamos dispostos a aceitar que cada voto seja a pura e simples e libérrima expressão do que queremos e deixar que dessa manifestação de cada um de nós saia, com não menor simplicidade e liberdade, o resultado que pelos métodos constitucionalmente adoptados vai exprimir a "vontade colectiva"; pequeninos estrategas todos, contentamo-nos com tentar manipular o processo para que o resultado seja, dentro do que pensamos possível, o que achamos menos mau.

Devíamos já saber que é graças ao "voto útil" que ainda temos uma Constituição meio marxista e como principais partidos dois aglomerados "sociais-democratas" que constituem a destilação de todos os arranjos que o medo de não parecer socialista promoveu nos primeiros anos desta III República. Se não temos em quem votar, não votemos. Se não gostamos das regras em vigor, tentemos mudá-las. Mas chegou talvez a altura - e talvez não haja muitas mais oportunidades antes de desaparecermos como Estado - de nos decidirmos de uma vez a pôr o voto onde pomos as palavras e o coração. O resto é que é verdadeiramente um voto inútil."


publicado por Maria José Nogueira Pinto às 14:59
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